O dano moral quando o consumidor continua com o “nome sujo” após quitar as dívidas.

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Recentemente tenho me deparado com vários casos onde o consumidor tinha uma dívida com determinada empresa e por este motivo acabou com o “nome sujo”. Para regularizar sua situação e voltar a ter crédito no mercado, ele busca a empresa credora para acertar as contas. Algumas vezes simplesmente paga na integralidade tudo o que deve e em outras faz uma negociação com a empresa para conseguir reduzir ou parcelar a quantia em aberto.
Aí é que vem a desagradável surpresa. A empresa, apesar de nada mais poder cobrar daquele cliente, que agora está com tudo em dia, não dá baixa no débito junto aos cadastros restritivos de crédito, mantendo seu nome sujo.
É muito importante entender que a partir do momento em que a dívida é paga o CPF deve ser retirado do SPC/Serasa em até cinco dias. Este prazo vale para quando tudo é pago de uma única vez e também para acordos que envolvem parcelamentos. No segundo caso, conta a partir do pagamento da primeira parcela.
Finalmente, caso não restem mais dívidas vencidas e o nome do consumidor permaneça incluído em órgãos de restrição ao crédito, quem se sentir prejudicado pode buscar seu direito, pois o dano moral estará caracterizado.

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